Exercício nº 4


sábado, 10 de dezembro de 2016

Exercício 2: Carta de Jobs para Stallman

Caro Sr. Stallman,

Como tem passado? Espero que goze de boa saúde. Resolvi escrever esta carta para deixar claro ao senhor o meu ponto de vista. Gostaria que soubesse que não me surpreendi com a sua declaração de contentamento com a minha morte. Era o que eu poderia esperar do senhor. Um homem que deseja que meu legado termine com a minha partida, não só é ingênuo como é tolo. Eu ensinei o caminho das pedras para aqueles que querem lucrar cada vez mais. E quanto a não haver alguém a minha altura, aceito o elogio. Porém, acredito que existam inovadores com os pés no chão em quantidade suficiente por aí para fazer diferença neste quesito.
O seu movimento software livre não passa de uma utopia e está fadado ao fracasso, pois é feito por e para um grupinho que se autodenomina “Real Programmers”, que prefere disputar ego a criar algo que o mundo deseje. Eu e todos os que querem seguir os meus passos temos uma coisa em mente, aquilo que faz a diferença, o que habita no coração da maioria dos usuários de informática, que pode ser resumida em duas palavras – facilidade e beleza. A primeira apesar de encarecer o produto, atende até aos menos entendidos no assunto, permitindo acesso a todos; e a segunda confere status social, o que a vaidade de cada um se encarregará de criar a necessidade.
Sugiro que pare de atrapalhar aqueles que possuem potencial para ir mais longe e atender um número maior de pessoas. Eles estariam fazendo um bem maior à humanidade que teria acesso aos seus programas, mesmo tendo que pagar por isso, do que da forma que vocês chamados “Real Programmers” oferecem.

Atenciosamente,

Steve Jobs

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Exercício 5: Copyleft no meio editorial.

A edição compreende três sujeitos principais: autor, editor e público
  • Autor: escreve o texto e é protegido por legislações que regulam pelo direito dele ao texto e da forma como vai ser distribuída, cogitando ou não a modificação desse texto.
  • Editor: Basicamente é quem cuida da obra após escrita. Desde seus aspectos matérias como capa e diagramação, desde os meios de veiculação.
  • Público: Geralmente quem recebe a obra e avalia. Para o copyleft fundamental, pois é a partir dele que fará sentido o conceito de software aberto voltado para o meio editorial.


Copyleft no meio editorial:
* Tem origem nos movimentos de contracultura de 70 e 80.
* A priori foi etiquetado de anti-copyright.
* Foi uma maneira que as pessoas anticopyright acharam para compartilhar seu conteúdo sem se submeter a uma legislação que cada vez funcionava a favor das grandes corporações.
* Permitir a distribuição da obra sem fins comerciais.
* Permitir obras derivadas.
* Permitir a distribuição comercial.
* Licença ad hoc, isto é específica ao seu propósito.
* Creative Commons é um meio pertinente por já ser conhecido (muitas vezes os autores não têm tanto acesso às leis.
* O Creative fornece uma série de licenças adaptadas à legislação de mais de trinta  países.



* Creative Commons são licenças à sua livre escolha.
- Permitir o uso comercial do seu trabalho?
- Permitir transformações do seu trabalho?
- No caso de permitir modificações, você quer que os outros as compartilhem da mesma maneira que o seu próprio trabalho, isto é, com a mesma licença?



* Se você é um autor copyleft é importante definir sua licença e deixar claro nos termos qual o tipo de licença é mais conveniente pra você. A licença deverá ser colocada na página do livro.
* Um grande problema não é tanto a parte da edição e dos leitores, mas sim da autoria. Isto é, convencer os editores, financiadores dos seus métodos copyleft de disponibilizar sua obra.
* No entanto copyleft depende mais das intenções do autor quanto à distribuição, pois se o autor se posicionar a respeito de algum modo especifico de licença, a legislação está capacitada para defender seus diteitos.



*O que a copyleft enfrenta:
- Convencer o autor a disponibilizar sua obra nesse formato (os prós e contras não diferem muito, pois autores não ganham tanto por venda de obras, exceto alguns casos. Na maioria das vezes ganham pela fama de seus livros).
- As editoras não abrem mão das suas licenças por menor que seja a modificação. (embora existam algumas pequenas editoras que mais preocupadas com o caráter vocacional do autor – universidade, grupo de pesquisa – passam a oferecer para eles o modelo copyleft. Que não encontram dificuldade de distribuição, uma vez que possam ser compartilhados na internet).
- Obras já publicadas que caem no limbo dos direitos, por se levar 60 anos para cair em domínio público, muitas obras ficam embargadas judicialmente para a publicação, uma vez que o autor morre os familiares não têm interesse na publicação.
- Os softwares da internet bloqueiam o compartilhamento (muito comum em foto).



*Exemplos de copyleft
- Virus Editorial - Bellaterra
- Acuarela
- Ediciones Bajo Cero
- Atrapasueños
- El Vejo Topo
- Jornal 20 Minutos
- Maioria dos blogs virtuais inclinados para Copyleft


-Wikipedia
-Fanfics
-Dungeons&Dragons - 3º edição

*Copyleft legado

Contudo, nada falamos sobre esse terceiro personagem que apresentávamos no início e que somente por convenção chamamos de público. Ele é quem dá pleno sentido ao copyleft. Contudo, o copyleft é construído a partir da legislação e, portanto, da vontade dos autores.

Os direitos que as licenças concedem, mesmo as menos restritivas, têm, como se disse, a forma de uma “carta outorgada”, que somente pode definir e defender. Mesmo quando é o público, essa matéria tão “enevoada” quanto opaca, quem compõe a infinidade de reações sociais que estão por trás cada criação. Sem a memória social acumulada, sem o uso criativo dessa cultura e desses conhecimentos pelo público, sem a escolarização das massas e a profunda imersão cultural e midiática, sem formas de vida novas que geram seus próprios conhecimento e tendência culturais, isto é, sem a própria vida social em toda sua complexidade, não seria por acaso impossível algum ato de criação? Não é, em suma, o público o verdadeiro sujeito da criação intelectual?

Nossa legislação segue baseada em uma ideia de criação individualizada na figura do gênio, o que torna indissociável a obra de seu criador. Contudo, toda inovação é feita de forma coletivo por caminhos por vezes muito complexos que normalmente incluem comunidades e formas de vida diferentes (culturais, científicas) e circuitos de formação que frequentemente têm grandes financiamentos públicos (universidades, centros de arte, de pesquisa). O movimento copyleft deveria partir dessa consideração para tentar abrir, enquanto se generaliza, uma nova concepção da norma e da lei, que faça do público e do bem comum o bem mais valorizado para ser conservado e reforçado, sempre com o objetivo de multiplicar nosso legado intelectual.

Exercício 3: Stopmotion


Edward Snowden, Barack Obama e Sia arrasam com suas interpretações neste thriller de espionagem que dá nova cara ao gênero. Snowden (Edward Snowden) um agente da CIA descobre um programa de vigilância do governo americano em escala global. Acreditando que o governo americano não deva decidir sobre a liberdade dos cidadãos do mundo na internet, Snowden decide vazar os dados. Ao ser descoberto pelo governo, ele acaba se metendo em altas confusões. 

"Um thriller que te deixa preso na cadeira por 38 segundos" (The Hollywood Reporter)

"Poderoso, intrigantemente erótico e íntimo... este thriller assustador é um exercício eletrizante da arte cinematográfica" (Newsweek)

"Fiquei boladão" (Jornal Meia Hora)

                                                   SIA                                
                                                 
 

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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Exercício 4: Hipertexto

   Dona Dagmar e seus bichos

Dona Dagmar não se aguenta de tanta emoção, acaba de comprar uma casa maior para morar com seus 15 cachorros e 20 gatos. Agora com o dobro do espaço, pensa em adotar mais. Planeja por no quintal os cães maiores, os menores dentro de casa e os gatos por toda parte, enfeitando como estatuetas. Um verdadeiro sonho. 


   Dia a dia de Geraldo

Seis horas. Levanta, vai ao banheiro, escova os dentes e faz a barba. Olha-se no espelho e fica satisfeito com o que vê. Seu cabelo precocemente grisalho lhe confere um ar respeitoso. Seis e meia, sai sem tomar café. Leva uma hora para chegar ao trabalho.